A mudança é constante.
02/10/2009 10:03 por: Fábio de Paula
Categoria: Em Pauta Assunto: Mercado

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Foi-se o tempo em que sangrar, colocar cruz de corte e registro bastavam para trabalhar num estúdio de arte. A evolução do mercado exige cada vez mais conhecimento em tecnologias que podem ser aplicadas para auxiliar até mesmo em prospecção de clientes.

A multimídia é hoje definida como qualquer combinação de texto, gráficos, sons, animações e vídeos midiados através do computador ou outro meio eletrônico.
O termo multimídia ao longo dos anos teve uma série de significados. Ao se falar em recursos multimídia podia-se estar falando de usar recursos como tv, som, exposição de filmes , músicas slides e etc. Mas com a democratização tecnológica, ficou mais fácil ter acesso aos softwares e equipamentos capazes de criar elementos de multimídia.

Por mais simples que sejam, alguns vídeos postados (no youtube por exemplo) geram repercussão mundial.

Saber utilizar esse tipo de ferramenta, com certeza amplia o gama de oportunidades e o sucesso de empresas e profissionais do business contemporâneo



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Procura-se redator.
13/09/2009 04:35 por: Michel Carrard
Categoria: Em Pauta



Graças a muito trabalho, estamos com um conjunto de clientes aqui na Wega pra lá de interessantes. Como é bom trabalhar em grupo quando se tem ao lado gente motivada, boa de se conviver, que cobra, mas sabe reconhecer acertos também. Estou falando dos nossos clientes. E estou falando da nossa equipe. Ou seja, depois de ralar bastante no ultimo ano e meio, estamos em um momento muito legal. Contas, ok. Clientes com perfil que combina com o nosso, ok. Equipe redonda e coesa, ok. Isso facilita pra tudo. Pra organizar a casa, pros trabalhos ganharem toda a dedicação que merecem e mais uma sadia dose extra de energia, pra se divertir trabalhando.

É nesse clima agradável que busco fervorosamente um redator pra fechar a nossa dupla Junior. Agora, sem qualquer disfarce, sem fingir que eu não estou escrevendo pra propagandear a vaga, me dirijo a possíveis interessados em estágio de redação. Gurizada, bora cá. O Vinicius, nosso estagiário de direção de arte em forma de diretor de arte Junior tá dê-lhe a fazer trabalhos bacanas. Já fez peça pra renovar totalmente o portifólio todo nesses 4 ou 5 meses de casa. E tá muito pilhado, como o redator que entrar aqui tem que estar. E isso - a vontade de se dedicar pra fazer um trabalho realmente bem feito - é a única exigência que eu faço. Se tiver experiência anterior em redação, um que seja, vai ser um grande facilitador, não vou mentir. Mas as portas estão abertas aos marinheiros de primeira viagem. Talvez eu não vá oferecer tudo que estes gostariam. Mas vou oferecer o que eles deveriam gostar: de oportunidade de fazer trabalho legal, de aprender bastante e de crescer.

Queremos mais é que as pessoas cresçam aqui e não saiam. Mas vale dizer que os que passaram por aqui foram para grandes agencias aqui do RS. Não cabe citar nomes, mas estou falando de lugares nota dez em propaganda. E sobre aprendizado... isso eu garanto que acontece. A evolução do Vini é prova disso. E eu, desde quando era estagiário, fui prova viva de que o nosso mercado tem muita dificuldade pra conseguir ensinar estagiários. Por falta de tempo principalmente. Tanto é que temos hoje alguns cursos que ensinam criação. Essa é a realidade. Bom, aos que estão fazendo estes cursos, convido pra vir colocar em prática aqui, com clientes de verdade, aprendendo e com na "hora do vamo ver".

Enfim, se eu consegui trazer alguém até aqui, seja desde o tuitada que eu vou dar pra divulgar esse post ou não, convido pra trocar uma ideia comigo por email. E pra já começar a conversa por aqui, quero falar do livro que eu to lendo. Pra quem escreve, é excelente. Na verdade, é um empréstimo de um amigo redator. Vale pra quem escreve a trabalho ou mais do que isso. Chama-se "A Louca da Casa" e fala muito sobre o habito de escrever. E trata muito bem sobre o assunto, em detalhes. L eia. Por fim, pra motivar o redator aí, um link que fala um pouco do Bill Bernbach - o maior publicitário de todos os tempos era redator: http://www.brainstorm9.com.br/2004/10/19/o-maior-publici/


PS: já vou entregando umas boas que vem pela frente: em breve na pauta, campanha pra Big Festa, uma loja enorme de brinquedos, campanhas de fm de ano pra Fruki, campanha pra Previsul Seguros...vão sair coisas boas. Dica: faça parte delas.



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Atendimento
11/09/2009 15:08 por: Carolina Aita
Categoria: Em Pauta



Agir como agência, pensar como cliente


Este é um dos objetivos importantes do atendimento. Agir como agência, tendo completo conhecimento das técnicas de comunicação, das múltiplas opções de utilização dessas técnicas e da melhor forma de administrar as ações definidas. Pensar como cliente, tendo absoluto controle das informações da empresa e do mercado, agindo objetivamente na busca de resultados, maximizando a utilização das verbas e orientando as técnicas de mensuração de retorno para eventuais correções de rumo.
Em resumo, o profissional de atendimento é o responsável pela liderança no processo de comunicação, tanto dentro da agência, quanto dentro do cliente. Ele é o capaz de fazer o cliente reagir perante o mercado e a agência agir perante o desafio.
Portanto, o envolvimento do atendimento e de sua agência nas decisões de Marketing do Cliente passa a ser cada vez mais solicitado. O cliente espera de sua agência uma participação efetiva na formulação de alternativas estratégicas, no acompanhamento de desenvolvimento dos produtos e na análise das oportunidades de mercado.
Uma função básica e muito importante de quem atua nesta área, é o briefing, que é um "resumo" de todos os desejos, idéias, necessidades, argumentações, enfim, todas as informações sobre o trabalho a ser desenvolvido. O atendimento é quem busca entender o que o cliente quer, apresenta o trabalho pronto e tem de estar sempre a par de tudo que acontece na agência.
Como estou no início do curso e do trabalho na Wegacom, na área de atendimento, achei este assunto propicio para eu escrever aqui. Beijos








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A arte da arte final
08/09/2009 10:38 por: Fábio de Paula
Categoria: Em Pauta Assunto: Mercado

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Finalizar tecnicamente uma peça de design ou publicidade para os fins de impressão digital, impressão off-set, serigrafia, jornal, revista, etc, exige cuidado e experiência, pois a execução influencia tecnicamente o resultado final.

Há vários campos em que um arte finalista deve ter conhecimentos apurados, por exemplo; paginação, a pós-produção de imagem, a leitura e desenvolvimento de desenhos técnicos e noções mínimas de produção, seja esta gráfica ou audiovisual.
É essencial ter conhecimentos profundos de algumas das ferramentas digitais como o Photoshop, Illustrator, InDesign, Freehand, CorelDraw, Acrobat, entre outras.

Normalmente, o fim da linha de um trabalho dentro de uma agência, é o departamento de arte final, por tanto, a margem de erro tem que ser nula.
Este tipo de responsabilidade deve levar o arte finalista a ser cuidadoso, rápido e atento ao mais pequeno detalhe.

A realidade profissional é de cada vez menos prazos e mais complexidade nas peças gráficas. Tendências que são superadas através das melhorias aplicadas nas ferramentas digitais.
Equipamentos e softwares modernos aliados ao conhecimento gráfico.
Esta é chave de sucesso na arte final.




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Confiança na Publicidade
15/07/2009 09:18 por: Wagner Vasconcelos
Categoria: Em Pauta Assunto: Mercado

Segundo pesquisa realizada pela Nielsen Online com 25 mil pessoas de 50 países o brasileiro é um dos que mais confia na publicidade. "Esse estudo só comprova o que havíamos observado em projetos anteriores e na própria percepção de que o brasileiro encara os comerciais como parte do conteúdo, ao contrário de outros países, onde as pessoas o evitam", afirma José Calazans, analista de mídia da empresa.

Nos anúncios em revista, por exemplo, os brasileiros aparecem com um índice de 19% de "total confiança", sendo que 57% "confiam de alguma maneira". Os mais céticos são os franceses que 42% "não confiam muito" e 14% "não confiam nada". 

Abaixo segue a lista com os índices de confiança do consumidor:

- Recomendação de pessoas conhecidas = 90%

- Opiniões de consumidores na internet = 70%

- Sites das marcas = 70%

- Conteúdo editorial = 69%

- Patrocínios = 64%

- Comerciais de televisão = 62%

- Anúncios de jornais = 61%

- Anúncios de revistas = 59%

- Outdoor = 55%

- Spots em rádio = 55%

- Emails (só os solicitados, não spams) = 54%

- Comerciais em cinema = 52%

- Buscas patrocinadas = 41%







Conteúdo retirado da revista Meio&Mensagem de Julho 2009.




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30/07/2009
Vagner Pereira disse
Olá! Wagner, trazendo estas informações para a realidade de nossa empresa (Tubozan), estamos trabalhando em canais de comunicação que estariam na classificação 9 e 10 no ranking acima apresentado. Você acredita que estamos no caminho certo? quero dizer: estamos sendo acertivos nos canais de comunicação que usamos? Gostaria de entender melhor o canal " Sites das Marcas". Abraços
Marketing Pessoal
22/06/2009 09:36 por: Daniele Paynes
Categoria: Em Pauta

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Marketing Pessoal

Seu aliado no trabalho e na vida


Cada vez mais é importante para o profissional que quer progredir, saber usar o Marketing Pessoal. Hoje em dia, conhecer todas as técnicas e informações sobre a profissão, não basta. É preciso saber relacionar-se com quem está à sua volta e saber como agir nas diferentes situações, desde um jantar da empresa, até a hora certa de pedir aumento de salário. Vivemos em um mundo de mensagens, visuais, portanto saibamos construir o nosso Marketing pessoal. Nossa imagem fala por nós e transmite o que queremos mostrar: credibilidade, confiança, seriedade e capacidade. Assista o video vale a pena.

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Encontro com o professor pt. 2
31/05/2009 23:34 por: Michel Carrard
Categoria: Em Pauta
Foi aí que o Amaral me abriu os olhos pra tudo que isso pode acarretar. Crianças que não praticam exercício físico não tem uma relação saudável com o próprio corpo. Na verdade é pior. Elas não controlam o próprio corpo, o que vai interferir completamente durante toda a vida. Imagino na infância. O desenvolvimento da estrutura física deve ser prejudicado. A coordenação motora, a escrita, atividades artísticas. Consequentemente, o desenvolvimento da comunicação e da expressão ficam comprometidos. Logo em seguida, vem a dificuldade de aceitação nos grupos de convívio e a evolução social sofre os danos. E na adolescência? Com problemas de se relacionar, como fica o trabalho em equipe, cada vez mais valorizado e necessário? E os relacionamentos amorosos? E embora já seja até difícil, tento imaginar o resultado disso na vida adulta. Uma pessoa com sobrepeso e/ou colesterol alto, precisando praticar atividades físicas pra ter saúde e viver. Mas como, se ela nunca fez isso na vida? Vejo meu pai, hoje com uma barriguinha pra lá de saliente. Por problemas genéticos, teve que colocar uma válvula de meral no coração, o que faz dele um cardíaco (embora ele não se considere um). Ele precisa fazer exercícios e comer pouco. Mas ele faz o contrário. Meu pai já tem, com 59 anos, dificuldade de praticar atividades físicas. Só que ele nasceu e cresceu em Bom Principio. Pé no chão, mão na enxada, enxada na roça. Jogou muito futebol, era um excelente zagueiro (diz ele), chegou a treinar dentro do Estádio Olímpico. Depois jogou muito tênis, até o joelho não deixar mais. O cara amou esporte a vida toda. Aí vem a pergunta mais importante: o que vai acontecer com essa geração que não é torce pra chegar o dia da Educação Física como eu sempre fiz? Primeira ideia que me ocorre: mais acidentes de carro? Não sei, não cheguei ainda a ir cavocar sobre o assunto na internet. Mas quando for, vou começar por “psicomotricidade”. É a especialidade do professor Amaral pela UFRGS e acredito, tema que engloba muito do que eu falei aqui. Bem, o resultado desse grande papo foi isso. Uma boa reflexão sobre um grupo social que merece muita atenção. Afinal, esse é o público-alvo de um dos principais produtos do Planet Ball, a Escola de Futebol. A conversa serviu, aliás, pra conhecer melhor o próprio produto e todo o seu valor. A Escola do Planet é “escola” mesmo, como diz o Amaral, e não escolhinha. E tem uma estrutura realmente muito completa pra levar a essa geração tão peculiar aos meus olhos um ensino da prática esportiva ligado a todo o valor que o esporte tem para o caráter de uma pessoa. O futebol é sim uma metáfora da vida. É preciso saber jogar em equipe. É preciso seguir regras É preciso saber perder. É preciso saber superar uma derrota, transformar falhas em ex-pontos fracos para dar a volta por cima. E o encontro com o professor Amaral serviu também para começarmos a combinar um jogo entre o time dele e o meu. Que vença o melhor, professor!

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15/06/2009
Cloaldo AMARAL Filho disse
Michel, teu resumo da nossa conversa foi bem objetivo. É isso aí, mesmo! O 'custo' desse tipo de infância que a modernidade nos apresenta ainda vai ser calculado! Um grande abraço!
Encontro com o professor pt. 1
31/05/2009 23:26 por: Michel Carrard
Categoria: Em Pauta

A atividade física é um hábito que eu trago da infância. Diz minha mãe que eu não queria que me segurassem quando estava aprendendo a andar. Queria ir sozinho. Me soltava do sofá e tentava os primeiros passos em direção ao outro sofá. Cresci jogando muita bola, correndo, andando de bicicleta. Depois comecei a correr como prática mesmo. Não sou nenhum grande corredor, é aquela meia hora. E no futebol de fim de semana não chego a parecer nenhum craque. Até costumo brincar que eu brilho mesmo é no alongamento pré-jogo, que eu faço bem completinho.

No colégio quando a Educação Física era no horário junto ao recreio, ele virava aula. Ou seria o contrário? Tudo se misturava porque o esporte era diversão.

 

Foi de tudo isso que eu lembrei indo embora da Redenção de manhã no Dia das Mães. Lá, uma ação da prefeitura para crianças contava com um espaço do Planet Ball, um grande cliente nosso aqui na Wegacom. O professor da Escola do Planet é o Amaral. O famoso Tio Amaral. Ele lecionou durante 15 anos no Colégio Farroupilha, onde foi meu professor. Assim, logicamente, o Amaral é uma das pessoas que fizeram parte da minha educação, que dá o devido valor ao esporte.

 

Reencontrar o professor Amaral depois de anos foi muito legal. Entre muita conversa, falamos sobre essa nova geração que não aprende a andar sozinha, mas a digitar. A bola de futebol virou mouse, a pracinha virou computador. E aí acontece que eles não vem na atividade física toda aquela graça que eu vi e vejo. Até comentei com o Amaral o que me aconteceu esses tempos estava desenvolvendo os materiais de rádio para o Planet que estão no ar. Eles divulgam os horários de manhã e tarde com preços especiais para estudantes. Metade do preço. Logo imaginei a historinha: o cara dizendo pra mãe que tá indo estudar com os colegas e sai, feliz da vida, pra estudar, sim: Educação Física. Ok, mas ocorre que os estudantes de hoje em dia já não são mais assim, fissurados em futebol como eu e os meus colegas éramos.

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A história do rei do jabá...
29/05/2009 12:30 por: Vinícius Fontoura
Categoria: Em Pauta

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Antes de ir as vias de fato gostaria de dizer que este é um post embrião, o meu primeiro - e espero, primeiro de muitos. Quaisquer sejam as impressões, opiniões e críticas sintam-se mais que à vontade para comentar; e se forem elogios que sejam em letras garrafais. \o>
Bom, então lá vai...
Nesta manhã da quarta feira dia 28 estava eu, como de costume, desfrutando das notícias matinais da POP ROCK quando um comentário chamou minha atenção. O radialista estava descrevendo um livro recém lançado: 10, NOTA 10! Eu sou Carlos Imperial! Antes mesmo que eu pudesse me perguntar quem era aquele sujeito e o porquê daquela frase, o comunicador da rádio o descreveu como "o inventor do termo pilantragem; o homem que lançou figuras como Roberto Carlos e Ellis Regina; que inventou o jargão 10,NOTA 10 da apuração dos carnavais; que tinha como objetivo de vida fazer sucesso não importando aonde ou como". Enfim, Imperial foi descrito como alguém sem nenhuma contribuição efetiva para a sociedade mas que, porém, para o meio das comunicações deveria ser tomado como um legítimo professor.
Vos apresento Carlos Imperial - rei do jabá, mago do marketing promocional, empresário, ator, compositor, apresentador de programa de auditório...
Para comprovar a importância desse ícone midiático para qualquer um que pretenda adentrar no mundo competitivo da mídia propagandística, na sequência teremos alguns comentários de pessoas ou empresas formadores de opinião: 
"A cena cultural brasileira dos anos 1960 a 1990 seria muito diferente se não fosse Carlos Imperial." "... fazia as coisa acontecerem e, mais do que tudo, causava polêmica." Daniel Vaughan /arquivo biblioteca MTV - http://mtv.uol.com.br/biblioteca/livros/saiba-quem-foi-carlos-imperial-o-rei-da-pilantragem-e-o-maior-agitador-cultural-do-país
"DEZ, NOTA DEZ! Eu sou Carlos Imperial! Livro de Denilson Monteiro altamente recomendado para entender a indústria do entretenimento no Brasil. Imperial era o cara. Álvaro Pereira Júnior / Folha de São Paulo
Sim, ele foi de suma importância para a comunicação brasileira, mas o ponto que realmente trás um aprendizado importante para nós comunicadores e comunicados, são as suas atitudes - que lhe deram o título rei do jabá. Poderiam ser citados vários exemplos da genialidade - muitas vezes de moral questionável - de Imperial, mas para não me alongar muito e deixar a oportunidade de vocês também se surpreenderem com o livro, citarei uma. A história consiste na divulgação da notícia de que ninguém menos que os Beatles iriam gravar a música Asa Branca do, na época com a carreira muito em baixa, Gonzaguinha, não deu outra, antes mesmo que todos pudessem perceber que se tratava de um boato criado por nosso pilantra mór, Gonzaguinha já estava de volta às paradas e com todo o gás. A questão aqui não é a graça do fato, ou os valores morais que ele desrespeita, o cerne é a incrível capacidade de gerar o que o meio publicitário chama de Buzz - a ampla divulgação de uma campanha gerada a partir de um burburinho, especulações feitas no boca-a-boca. A estratégia de Buzz, além de ser muito efetiva, tomou seu devido conhecimento muito depois da época do Carlos Imperial, isso demonstra o quanto vanguardista era esse sujeito. 
Encerrando, e sem pormenores, fica aqui a minha primeira dica. Procurem o livro nas bancas, pesquisem sobre esse ícone da mídia ignorado pela minha geração, e aprendam com ele. Não caiam na armadilha de julgar o caráter do rei do jabá, sua bibliografia deve ser desfrutada com a despretensão do entretenimento e com o olhar analítico de um comunicador, afinal, formadores de opinião tendem a ser polêmicos mas extremamente eficientes.
O FIM
Mas nem tanto! Espero que tenham gostado pois vem novidades por aí. Um abraço e aguardem... 


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29/05/2009
Márcio L. Harter disse
Gostaria de parabenizar o Vinícius pelo seu post, onde faz muito bem em resgatar ícones do passado. É através dessas figuras que se constrói a história da comunicação. Eu não conhecia o Rei do Jabá e, com certeza irei procurar o livro para me interar mais sobre a história deste homem.
29/05/2009
Pedro Sanguiné disse
é interessante saber que as estratégias de marketing que nós só conhecemos agora que tem nome gringo, na verdade já são usadas faz tempo. Excelente texto cara, parabéns.
2.500km sem dinheiro
28/05/2009 10:41 por: Wagner Vasconcelos
Categoria: Em Pauta Assunto: Liderança,Mercado

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Nesta última terça-feira, dia 26/05, passou na Record o penúltimo episódio do Aprendiz Universitário. Particularmente eu acho esse reality show excelente para aprender e refletir como podemos agir profissionalmente, sendo você um empresário ou um funcionário.

Mas o que me chamou a atenção foi a prova que deram para as 3 semifinalistas da competição. Em Los Andes, no Chile, Roberto Justus anuncia que vence a prova quem chegar primeiro a São Paulo. E a única coisa que a produção do programa forneceria era a alimentação e um passaporte para cada uma das competidoras.

Interessante foi que cada uma encontrou uma forma diferente de voltar. Após a prova e analisando a estratégia de cada uma foi possível traçar o perfil empreendedor das meninas. O que se encaixou perfeitamente no comportamento que ela tiveram durante todo o programa.

Enfim, isto tudo me levou a refletir o que eu faria naquela situação. Olhando de fora é muito fácil, principalmente depois de ver quem teve o melhor resultado. Difícil é saber o que fazer com toda aquela pressão, em um local desconhecido, cuja língua não se domina, tendo que vencer a prova e sem nenhum recurso financeiro, nem mesmo o apoio de alguém querido que facilitasse a escolha de uma boa solução.

E você o que faria? Se não viu este episódio, busque no You Tube "Aprendiz 6: 26.05 Terça ep14" que está disponível o episódio dividido em partes.




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08/06/2009
anne disse
sou fã do aprendiz, de carteirinha (momentos hilários em salas de reunião) e para mim essa foi a prova que colocou a vencedora na agência ;) abs
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