O encanto pela maçã
20/09/2009 22:56 por: Wagner Vasconcelos
Categoria: Branding

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Não sei se a atração é uma herança de Adão e Eva, mas desde que adquiri meu primeiro computador da Apple posso dizer que jamais terei um PC. A praticidade, velocidade e beleza entregues em seus equipamentos são uma unanimidade entre os usuários. A sensação de custo-benefício é indiscutível.

Mas há quem diga que todo este desejo e satisfação que a Apple consegue ter com seus consumidores nada mais é do que resultado do "campo de distorção da realidade", criado por Steve Jobs (proprietário da empresa). O termo foi criado pelo Vice Presidente da empresa, Bud Tribble, para descrever a habilidade de Jobs em convencer as pessoas a acreditarem em qualquer coisa com uma mescla de charme, carisma, performance, exagero e marketing.

Há os que acreditam que isso seja a causa do sucesso da marca, mas eu, assim como milhares de fãs, acredito que isso não seria possível se os produtos realmente não fossem bons e entregassem tudo o que é prometido. Apesar de achar que esta técnica utilizada por Jobs seja excelente e com certeza funciona.

Postei um video do último evento da Apple, que apresenta lançamentos da empresa, onde mostra esta técnica sendo colocada em prática tanto por Jobs quanto por outros figurões da marca. Veja como a repetição de adjetivos e exegeros deixam praticamente qualquer platéia hipnotizada pelo que é apresentado.

Será que se utilizarmos mais esta técnica nas campanhas dos nossos clientes, teremos melhores resultados? Vale a tentativa.




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4P´s de Kotler X Mundo Digital
13/09/2009 22:40 por: Marcos Luís Lopes
Categoria: Branding

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Ultimamente tenho lido muito sobre o mundo digital.

Admito que esse assunto ainda seja um território novo para mim. Tenho muito o que errar em estratégias digitais.

Umas das minhas fontes de leitura é a revista Meio Digital, que agora virou PROXXIMA, e que traz nessa ultima edição uma reportagem bem bacana sobre as mudanças de conceitos entre o Sr. Philip Kotler e o cenário atual.

A reportagem tem muito blá blá blá, mas fala alguns trechos bem interessantes sobre essa "revolução" que os espaços digitais estão proporcionando.

Pensei em escrever um post sobre isso, mas encontrei um vídeo nesse tal de Youtube.
Imagens valem mais que mil palavras, não é?

Então aproveitem. E claro, leiam a revista.

Abraço.




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Twitter crescer, Orkut cai
24/07/2009 19:15 por:
Categoria: Branding

O orkut ainda é o lugar preferido para os internautas brasileiros publicarem depoimentos de compra sobre produtos e serviços, segundo dados da empresa E.life, que monitora e analisa dados da web.


Mas, de janeiro a abril de 2009, o fenômeno do microblog foi o que mais cresceu na internet quando o assunto é opinião do consumidor do Brasil.


Ano passado, durante o mesmo período, o Twitter recebia a fatia de apenas 3,8% das experiências de compra na blogosfera. Hoje, 23% dos depoimentos sobre marcas e produtos provêm de “tweets”, pulando da sexta para a segunda posição em doze meses dentro do ranking de serviços mais usados para fins opinativos.


Ainda imbatível, o orkut diminuiu o que a E.Life chama de share of buzz dos internautas: de 2008 para cá, declinou de 61,1% para 45,9% envolvendo experiências de compra.


O blogspot, que, assim como o orkut, também pertencente ao Google, é o terceiro veículo mais utilizado pelo usuário nacional: 12,5% das opiniões estão em seus domínios. Na quarta posição vem o site Reclame Aqui, com 8,9%, seguido de Yahoo! Respostas que possui 4,2% do buzz.


Ainda segundo a pesquisa, a faixa etária daqueles que publicam depoimentos na rede é de 26 a 30 anos, em sua maioria. Os que mais utilizam redes sociais, porém, são os jovens que têm entre 19 e 25 anos.


A região sudeste ainda é a predominante no uso das ferramentas online para opinar sobre produtos e serviços: 64,8% dos usuários estão concentrados em São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais.


A segunda região com mais internautas interagindo é a Sul, com 15,6% do total. A menor atuação, por sua vez, acontece no Norte, com apenas 2% dos usuários brasileiros.

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Planejamento para todos
23/07/2009 11:13 por:
Categoria: Branding



Na última edição da revista do CENP, saiu uma entrevista excelente do Ulisses Zamboni, presidente da SantaClaraNitro sobre Planejamento que repasso aqui pra vocês e que acho que merece atenção especial.

Aproveitem.


Definindo a função – ou não…

A primeira e melhor definição do planejamento de comunicação: o ideal é que não haja uma função de planejador, já que planejar não é uma função; é um processo e, como tal, deve ser disseminado por toda a agência.

Se temos o planejamento da comunicação como um processo, já temos aí um princípio importante, porque se toda a agência planeja, você pode fazer dela uma agência integrada, 360 graus, que é o que todo cliente sonha ter. Quando uma agência entende que planejar é um processo orgânico e não uma função, ela começa o seu processo de integração, contando com as cabeças de vários departamentos, do clássico atendimento ao clássico criador, e não dependendo só do planejador. Isso é muito importante para as médias, pequenas e pequeníssimas agências que alegam justamente não ter dinheiro para contratar um planejador. E quem disse que elas não têm ou não podem ter um planejador? Basta que vejam a atividade como um processo. Olhando a coisa desta forma, qualquer agência pode ter planejamento, independente do seu tamanho.

Escapando de uma armadilha

Um segundo ponto importante e que é uma armadilha para as pequenas e médias agências: burocratizar o planejamento. Hoje, é comum qualquer coisa ser considerado planejar, mas planejamento é, acima de tudo, estratégia, é ter começo, meio e fim para fazer uma marca mais forte, vender mais etc. Se você usou estratégia, está fazendo planejamento. A correspondência entre estas palavras é perfeita. A armadilha da burocracia tem de ser evitada, mas ainda é comum as pequenas e médias agências caírem nela.

O que é estratégia? Há uma máxima em psicoterapia que diz que, quando você faz as mesmas coisas esperando resultados diferentes, está no caminho da esquizofrenia. A estratégia só existe quando você faz algo diferente para conseguir resultados diferentes. É você juntar elementos para mover determinado problema ou desafio e tirá-Io da inércia, da zona de conforto. A estratégia só existe para conseguir algo que não existe hoje. São os caminhos que vão levar a determinado resultado.

E se o cliente não souber o que quer?

A definição da estratégia nos leva a um passo anterior: o cliente precisa saber o que quer ao decidir investir em publicidade. E isso nem sempre é assim. O cliente pode não saber bem o que quer, até porque, muitas vezes, está dentro do problema, e quanto menor for o anunciante, mais comum deve ser este problema. Neste caso, a agência tem de ter a capacidade de analisar e identificar o desejo do cliente e funcionar como um tutor para ele. Isso é comum de se ver em pequenas agências, inclusive pelo laço de amizade que, muitas vezes, ligam os donos das agências aos anunciantes.

O planejador nas pequenas agências

As grandes agências têm massa crítica para fazer planejamento, algumas médias também. Já as pequenas e pequeníssimas agências têm dificuldades naturais para tanto, pelas suas estruturas necessariamente compactas. Nestas, os melhores planejadores tendem a ser os seus próprios donos, porque são, antes de tudo, empreendedores. São planejadores natos e começaram fazendo isso com as próprias carreiras e podem perfeitamente fazer o mesmo para os seus clientes. O planejamento está no DNA da empresa e, nas pequenas organizações, está no DNA do dono. Não importa que sejam criadores, por exemplo. Tenho aqui na Santa Clara criadores que dão banho de planejamento. Por que os bons criadores se tornaram empresários de sucesso? Porque eram bons planejadores. Eles tiram todo mundo da zona de conforto, não deixam nada parado. Isto é planejamento.

As pequenas agências precisam atender aos clientes tendo seu dono à frente. Não acho isso errado. Quebrar esta regra é raro.

Saia do padrão!

O planejador nato precisa estar fora do padrão e não pode ter medo de rótulos, senão está fadado à mesmice. Quanto mais verdadeira for a vivência do diferente pelo planejador, melhor.

Para isso, você não pode ser uma pessoa muito normal. Um dos segredos do planejador é ter um modo de vida diferente, um outro jeito de encarar a vida, um dia a dia distinto da média. Quanto mais regular for a vida do planejador, mais padrão será o nível da resposta dada por ele aos problemas dos clientes. Vidas normais, respostas normais. Não precisa ser um super-homem; precisa ser diferente, ir a lugares diferentes, ter amigos diferentes, entender estilos de vida de pessoas distantes do nosso dia a dia. Quanto mais visões você tiver, melhor irá resolver o desejo do cliente. As pessoas tendem a achar que planejar é ter fórmulas - e é tudo o que planejar não é.

Metodologias existem e devem ser praticadas, mas a conquista se dá pelo insight. Quanto mais perspectiva de visão o planejador tiver de determinado problema, mais encantado ficará o anunciante. Ele normalmente vê o problema por um único ângulo. Quando você olha sempre pelo mesmo ângulo, não sai do lugar porque todas as respostas já foram formuladas. O planejador, obrigatoriamente, tem de olhar as coisas por ângulos diferentes. Assim, ele vai oxigenar o processo e provavelmente vai conseguir mover o problema. O bom planejador é aquele que olha o problema por um ângulo diferente.

Claro que você precisa ter inteligência emocional para tratar com o cliente - você deve ser diferente, mas não se alienar da sociedade. Mesmo diante de um cliente bem convencional com um produto convencional para público convencional - e especialmente neste caso -, ser diferente faz a diferença. Como o produto já é bem maduro, tudo já foi bastante usado. A velocidade do mercado, o nível de obsolescência das estratégias, tudo é muito alto. Você tem de se renovar a cada campanha, tem de ser extraordinário para se destacar, senão perde o cliente para alguém que veio com algo novo. Por regra, quanto mais commodity for o produto, mais extraordinário tem de ser o planejamento. Prova disso é o Omo, a segunda marca mais valiosa do Brasil, muito antiga e absolutamente commodity, mas que tem uma comunicação extraordinária.

O pior erro

O pior erro do planejador é se afastar das demais ferramentas de marketing - produto, preço e ponto de venda. Ele precisa entender de promoção, marketing direto, assessoria de imprensa e outras facetas da comunicação, mas principalmente de outras alavancas de marketing, que vão fazer diferença nos resultados do cliente. A publicidade não faz milagre. Nem sempre é possível atrair mais consumidores só com a publicidade. É preciso também as demais alavancas de marketing para poder converter novos consumidores. É verdade que ainda temos no Brasil muitos segmentos de produtos e serviços com baixa penetração, nesses casos, as ferramentas de comunicação geralmente bastam para impulsionar as vendas. Mas quando a penetração do produto já é maior, é indispensável usar todas as ferramentas de marketing, associando-as às de comunicação.

Nestas horas, é preciso coragem para analisar a situação do cliente e dizer a ele que, antes da publicidade, talvez seja preciso resolver a questão do preço, do posicionamento do produto, do arranjo e do treinamento da equipe de vendedores etc. É preciso ter a coragem de dizer ao cliente que, no caso dele, sem resolver antes estes problemas, a publicidade pode apenas piorar a situação, maximizando as perdas. Ele vai chegar na gôndola e ver um produto mal posicionado, de preço alto, sem condições de concorrer. Não vai servir de nada o trabalho de comunicação, e o cliente acaba cobrando isso da agência. Às vezes, o milagre vem graças a outras coisas, como a distribuição, o preço, o ponto de venda.

O bom planejador

Considero o bom planejador aquele que passou na faculdade ou na pós-graduação por alguma metodologia científica - engenharia, arquitetura, até medicina. Quando você passou por um curso desses, consegue entender melhor metodologias científicas, coisas como a lei de ação e reação, a lógica, o racionalismo -, e isso o ajuda a pensar, faz de você um cara que sabe pensar.

Falta na maioria das faculdades, hoje, fazer o aluno raciocinar. E planejamento é raciocínio. O planejador que não tem raciocínio lógico não pode ser planejador. Com lógica, você pega qualquer problema para resolver. Por isso gosto de contratar gente que passou por cursos onde há bases sólidas em metodologias científicas. Se há de haver um academicismo, este é a lógica.

Sociologia também é importante: nunca se precisou tanto dela. A economia digital tem contribuído muito para o planejador entender os raciocínios lógicos contemporâneos. Quando você fala de comunidade de web, de mídia social, fala de sociologia. Minha recomendação é a leitura de autores que teçam teorias sobre redes sociais e de comportamento humano no mundo digital porque, delas, você consegue extrapolar para outros universos. As ciências sociais nunca tiveram tanta importância na comunicação quanto hoje.

E depois?

O que se faz depois do plano desenhado e posto em prática? De novo: como o planejamento é um processo, todos que participaram dele devem vigiá-Io. O planejador pode ser o líder do processo, mas não há problema algum em alguém da agência assumir este processo. Planejar não é processo autoral, ao contrário da criação. É um processo coletivo, até porque se não fosse, um planejador teria de ser o super-homem, um iluminado.



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Conselho de um Planner
17/06/2009 17:14 por:
Categoria: Branding


Em 2008 nós da Wegacom fomos a São Paulo com a proposta de conhecer modelos de negócios de grandes agências de lá. Tivemos a oportunidade de falar com a Leo Burnett, Talent, Agência Click, MPM e Santa Clara, hoje, Santa Clara Nitro.

Neste post segue um conselho de um dos diretores da Santa Clara, Ulisses Zamboni, no que se refere a Planejamento:

Conselho se dá sim. E esse é um dos que fez e ainda faz diferença na minha carreira.

Seja tão inteligente quanto seu corpo. Tenha mais ouvidos do que "bocas". Ouça. Planejar não é um ato verborrágico, tão pouco uma atitude isolada. Reconhecer que planejar e ser planejador é depender do imput do outro é um ato de profissionalismo e inteligência [e de humildade também]. Pense bem: se você tivesse todas as respostas – e certas - [ou chegasse sozinho a elas] você poderia montar uma consultoria e ficar rico do dia para noite.

Como planejamento não é uma função, mas sim um processo, todo mundo pode planejar. Adoro provocar com isso. Bem ou mal, não importa, mas todos podem planejar. Todos tem o direito de pensar algo sobre algo [aliás essa é uma mega tendência chamada "View of Facts – everybody has a point of view"].

Mas, o que nos faz diferente então? Planejadores [nós que lideramos o processo de planejar] temos o importante papel de colecionar fatos, depreender implicacões deles e transformá-los em algo tão óbvio, que pareça tão natural na resposta, que a impressão é que não houve trabalho ali. E essa, na verdade, é a melhor definição de "insight".

Ulisses Zamboni é Head of Planning e Sócio Diretor da SantaClaraNitro, além de Presidente do Grupo de Planejamento SP.




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17/06/2009
anne disse
e o deleite do insight então? :)
Case iPod no Palito Kibom
07/05/2009 18:33 por:
Categoria: Branding Assunto: Gestão

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Pessoal, este é um case muito interessante que fez muito sucesso e repasso a todos vocês.

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Case HBO
07/05/2009 18:23 por:
Categoria: Branding Assunto: Gestão

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Um case interessante para reflexão.

Abraço,


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O Case Jontex Sensitive
17/04/2009 18:27 por:
Categoria: Branding

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Este case é muito interessante pois mostra o reposicionamento da marca Jontex Sensitive. A forma utilizada, além de ser criativa, é muito pertinente. Confiram.

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Twitter no alvo do Google
07/04/2009 00:40 por: Wagner Vasconcelos
Categoria: Branding

Para complementar o post do Adriano que fala sobre o sucesso do Twitter, esta rede social na internet, notícias especulativas anunciam que o gigante Google demonstrou interesse em sua aquisição. Isto só enfatiza o quão bem sucedida esta rede está se tornando. O valor ainda não é conhecido, mas sabe-se que será superior a US$ 500 milhões, quantia que já fora recusada após oferta de outra empresa.

Um primeiro movimento de parceria entre as 2 empresas foi anunciada esta semana. O Google desenvolveu uma maneira de usar o Twitter para vender publicidade. Esta seria uma forma de fazer a rede social gerar receita e se tornar lucrativa.


De qualquer forma, a possibilidade de compra pelo Google seria um contra-senso à política revelada recentemente pelo presidente da gigante do setor de buscas, Eric Schmidt, que disse a investidores que os preços estão altos e que a aquisição de ativos estaria paralisada. Por outro lado, a empresa tem US$ 16 bilhões em caixa para gastar com isso, e o movimento é necessário, ainda mais em um mercado competitivo como o de softwares para internet.




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Use o Twitter
03/04/2009 14:28 por:
Categoria: Branding

Vou indicar hoje o uso de uma nova rede social que está virando febre no Brasil e no mundo. Trata-se do Twitter, que é uma
rede social e servidor para microblogging que permite que os usuários enviem atualizações pessoais contendo apenas texto em menos de 140 caracteres via SMS, mensageiro instantâneo, e-mail, site oficial ou programa especializado. (definição via Wikipedia).


Minha definição para o Twitter é uma espécie de rádio que fica 24h ligado nas pessoas que você quer saber o que elas estão fazendo ao longo do dia. Hoje, inclusive, muitas empresas de grande porte usam o Twitter para aproximar o relacionamento com seu cliente, como por exemplo o Telecine, Zero Hora, BBC e mais.

O Twitter crescer 1.324% no último ano e já é uma das maiores redes sociais do Brasil.


Acesse www.twitter.com e increva-se para conhecer esta excelente rede social.

Meu endereço no Twitter: www.twitter.com/adrianobrandao

Um abraço,

Adriano Brandão


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