Mercado Infantil
05/10/2009 00:30 por: Marcos Luís Lopes
Categoria: Negócios

Há bem pouco tempo, não se tinha muitas reportagens sobre o comportamento de compra infantil, porque a criança não participava da conversa de adultos. Hoje ela decide até sobre o consumo da família.

Eles tem seu próprio gosto para cores, design e sabores. Segundo estudo realizado pela TNS InterScience, que entrevistou mães de crianças entre três e nove anos, as crianças sabem do seu poder e interferem no consumo da família.

No Brasil, 71% das mães estão dispostas a pagar um pouco mais para comprar a marca que os filhos desejam. Essa predisposição é maior entre as mães mais jovens.

72% das mães brasileiras afirmaram que os filhos escolhem uma determinada marca quando ela explora o uso de personagens nas embalagens.

Ainda na mesma pesquisa, afirma-se que 52% das crianças entre três e nove anos já possuem poder de compra direto. Ou seja, recebem dinheiro para comprar o produto que querem.

Essa mesma pesquisa revela o que, na opinião das mães, faz com que seus filhos peçam uma determinada marca:

72% quando existe um personagem na embalagem ou no PDV
38% quando têm brindes ou jogos
42% influência dos amigos
35% embalagens coloridas e atrativas
31% quando reconhecem a marca
26% quando há demonstração do produto na loja



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A mudança é constante.
02/10/2009 10:03 por: Fábio de Paula
Categoria: Em Pauta Assunto: Mercado

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Foi-se o tempo em que sangrar, colocar cruz de corte e registro bastavam para trabalhar num estúdio de arte. A evolução do mercado exige cada vez mais conhecimento em tecnologias que podem ser aplicadas para auxiliar até mesmo em prospecção de clientes.

A multimídia é hoje definida como qualquer combinação de texto, gráficos, sons, animações e vídeos midiados através do computador ou outro meio eletrônico.
O termo multimídia ao longo dos anos teve uma série de significados. Ao se falar em recursos multimídia podia-se estar falando de usar recursos como tv, som, exposição de filmes , músicas slides e etc. Mas com a democratização tecnológica, ficou mais fácil ter acesso aos softwares e equipamentos capazes de criar elementos de multimídia.

Por mais simples que sejam, alguns vídeos postados (no youtube por exemplo) geram repercussão mundial.

Saber utilizar esse tipo de ferramenta, com certeza amplia o gama de oportunidades e o sucesso de empresas e profissionais do business contemporâneo



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O futuro é touch screen
02/10/2009 09:19 por: Adriano Snel
Categoria: Criatividade

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Depois do "furor" causado em quem trabalha com computadores, pelo filme Minority Report, onde o personagem do ator Tom Cruise simplesmente faz seus trabalho deslizando as mãos, e mexendo elas como se regesse uma orquestra, eis que começa a surgir essa tecnologia.




Imaginem as possibilidades, não só pra quem trabalha com design/direção de arte, mas para apresentações, tabelas financeiras, enfim, tudo. Ao toque dos dedos e movimento das mãos.








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Milton Glaser
23/09/2009 09:23 por: Adriano Snel
Categoria: Arte

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O fabuloso trabalho de Milton Glaser, designer gráfico e ilustrador americano. Mundialmente conhecido como autor dos célebres posters e impressos do I LOVE NEW YORK e muitos outros trabalhos, de artes para Bob Dylan e muitos outros.

Mais aqui: Milton Glaser




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Real not men of Genius
22/09/2009 00:48 por: Michel Carrard
Categoria: Criatividade

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Ideia é uma coisa assim: se é muito boa, bate e pega. E aí não tem jeito. Vira conversa no trabalho, vira bordão na boca do povo, vira diversão.É ideia dessas que todo criativo gosta de ter. E muitas delas, por mais que nasçam de um briefing dos mais completos, acontecem de forma, digamos, meio mágica.


Estou falando aqui de um nível de ideia que só acontece quando realmente se desenvolve um trabalho criativo dedicado, esforçado, pensado. Estudado, embasado mas também altamente inspirado.


O que estou querendo dizer é que quem chega nessas ideias que não ignora a importância da bronca que tem para resolver, que é fazer um produto de verdade vender mais. Não ignora (ignoram, porque isso é trabalho de mais de uma cabeça, que pensam melhor que uma), mas extrapola e vai muito além. Se perde e volta. E assim, acaba que se diverte. Só assim pra fazer os outros se divertirem também. E, como dizem, sorrisos abrem bolsos. Ou seja, não precisa ser nenhum verdadeiro genio pra fazer boa propaganda. O que funciona é saber que muitas vezes se resolve problemas sérios (ou algum cliente acha que é brincadeira o numero das vendas do seu produto?) sabendo não se levar a sério e brincar. Como disseram grandes mentes, cada uma da sua maneira, sanidade demais é que pode levar à loucura. Esse é o 1% de inspiração que, somado aos 99% de transpiração, trazem grandes ideias.

Pode parecer meio confuso esse raciocinio todo. Mas só isso explica que propagandas com as da Campanha Real Men Of Genius, da cerveja Bud Light em 2004 tenha feito tanto sucesso. Vejam o vídeo e se divirtam.São três da mesma campanha em sequência e aqui um extra, que é também um belo exemplo de midia espontânea: http://www.youtube.com/watch?v=H1oZz1FUma0










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O encanto pela maçã
20/09/2009 22:56 por: Wagner Vasconcelos
Categoria: Branding

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Não sei se a atração é uma herança de Adão e Eva, mas desde que adquiri meu primeiro computador da Apple posso dizer que jamais terei um PC. A praticidade, velocidade e beleza entregues em seus equipamentos são uma unanimidade entre os usuários. A sensação de custo-benefício é indiscutível.

Mas há quem diga que todo este desejo e satisfação que a Apple consegue ter com seus consumidores nada mais é do que resultado do "campo de distorção da realidade", criado por Steve Jobs (proprietário da empresa). O termo foi criado pelo Vice Presidente da empresa, Bud Tribble, para descrever a habilidade de Jobs em convencer as pessoas a acreditarem em qualquer coisa com uma mescla de charme, carisma, performance, exagero e marketing.

Há os que acreditam que isso seja a causa do sucesso da marca, mas eu, assim como milhares de fãs, acredito que isso não seria possível se os produtos realmente não fossem bons e entregassem tudo o que é prometido. Apesar de achar que esta técnica utilizada por Jobs seja excelente e com certeza funciona.

Postei um video do último evento da Apple, que apresenta lançamentos da empresa, onde mostra esta técnica sendo colocada em prática tanto por Jobs quanto por outros figurões da marca. Veja como a repetição de adjetivos e exegeros deixam praticamente qualquer platéia hipnotizada pelo que é apresentado.

Será que se utilizarmos mais esta técnica nas campanhas dos nossos clientes, teremos melhores resultados? Vale a tentativa.




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Referências, ao nosso redor
19/09/2009 11:10 por: Adriano Snel
Categoria: Criatividade

A base da boa, da ótima e da incrível propaganda (seja ela um simples anúncio, um spot de rádio, ou mesmo uma ação de guerrilha) é a referência. A BOA referência.

E a boa referência não é mais a própria propaganda. Embora muita gente ainda busque na própria indústria o referêncial estético e de idéia, essa autofagia não permite inovação, e muito menos gera buzz e recall, e sem isso a propaganda vira paisagem e não cumpre o seu papel.

Hoje a referência, gráfica, musical, tipográfica, está a nossa volta. Nos créditos iniciais de um filme, numa placa de feirante, nos padrões de um papel de parede ou calçada, numa fotografia, num lettering de um carro. Enfim, ela está aí, na rua, em casa, no shopping.

Com a internet fica muito mais fácil, óbvio. Hoje temos sites, os chamados Today Inspiration, como o
ffffound, grainedit, abduzeedo, wooster, entre centenas de milhares de outros. Encontramos de tudo nestes sites. Fachadas de lojas, fotos de bastidores, imagens de rua, arte contemporânea. E tudo isso, como diz o nome, é inspiração, é referência. E referência traz resultados.


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TUDO AO CONTRÁRIO.
18/09/2009 17:15 por: Daniele Paynes
Categoria: Negócios


Pessoal,


Hoje vi um texto do Pimp your Work tratando de um assunto importante, mas com um posicionamento bem-humorado - o que não quer dizer que não permita reflexão séria. O texto "How to make your team fall apart" explica o que o líder de projeto ou chefe deve fazer se quiser destruir sua equipe, como estou cursando Administração, e sou líder no na minha equipe achei o assunto muito pertinente, para auto-avaliação.


É mais um daqueles textos que você lê e precisa fazer tudo ao contrário, portanto não se engane! Se você lidera um projeto ou equipe, procure descobrir se está tendo algum dos comportamentos abaixo, extraídos do texto, e corrija-os!

 
Gerenciamento de projetos e pessoas: como liderar uma equipe, fazendo tudo ao contrário
Vamos às dicas ao contrário que constam no texto, e mais uma ou duas dicas extras. No final, o convite para que você acrescente suas próprias sugestões.


• Guarde tudo para si: Todo mundo quer roubar suas idéias. Não compartilhe nada. Se for fazer uma apresentação em grupo, diga aos seus companheiros de equipe que a sua parte será uma surpresa, ou que não ficou pronta a tempo de ser discutida com eles antes da apresentação definitiva.


• Não se dê ao trabalho de perguntar a seus colegas sobre as tarefas deles: afinal, eles estarão fazendo o mesmo que você, guardando tudo para si, e mantendo em segredo tudo o que fazem. Ademais, por que se preocupar? A continuidade e coordenação das atividades não é responsabilidade só sua...


• Se algum membro da equipe comunica que precisará de um determinado recurso, não a leve a sério. Se ele estiver *mesmo* precisando, vai atrás sozinho, ou vai brigar por ele.


• Certifique-se de que não haverá incentivos. Especialmente recompensas, presentes e encontros. Isto amolece o grupo.


• Não tome qualquer atitude: sempre existe chance de que seus colegas são os que estão de fato fazendo as contribuições que agregam valor. Concentre-se em brilhar mais do que eles, preparando apresentações no Powerpoint usando todas as palavras da moda.


• Não respeite a agenda alheia: Mostre que é você quem manda. Atrase o horário de início de várias reuniões, marque-as e adie-as com pouquíssima antecedência, e tome decisões cruciais em reuniões que não tenham sido agendadas previamente, e na ausência das pessoas realmente interessadas.


• Sempre considere que todos estão integralmente alocados ao projeto: aloque as pessoas aos cronogramas como se elas não estivessem envolvidas com nenhum outro projeto ou operação. Se você controla mais do que um cronograma, aloque as mesmas pessoas a todos eles, considerando a mesma premissa.


• Nunca esclareça totalmente os objetivos: definir os objetivos antes de ter o trabalho encerrado é dar aos inimigos uma oportunidade de avaliá-lo objetivamente, ou até mesmo de considerá-lo ineficaz! Além disso, expor o objetivo pode vir a dificultar na hora de decidir livremente os rumos dos projetos, ou de usá-los em prol de seus próprios objetivos pessoais ao longo de seu ciclo de vida.


Sua vez: que dica você daria a quem quer destruir a efetividade das equipes de trabalho que comanda?
 

UM ABRAÇO







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Se não os termos, como sabê-lo
17/09/2009 23:05 por: Luciano Brião
Categoria: Design

Para qualquer designer é sempre importante ter livros de referência, principalmente naqueles momentos onde praticamente nos achamos "sós" no mundo. Particularmente, sempre tenho à mão o "O valor do design", uma eterna fonte de consulta, visto que apresenta um conjunto de experiências profissionais  vividas por grandes nomes da área e que servem como lição a todos que lidam com as artes gráficas.
Hoje resolvi postar sobre a pertinência das referências e a importância de se saber ter argumentos na defesa de um trabalho. Este artigo de Lara Vollmer ilustra bem a situação. 


É comum o cliente não saber explicar a razão de não ter gostado de determinado projeto. E é comum também nós, designers, termos que vasculhar o subconsciente á procura de uma pista, da indicação de um novo caminho que nos possibilite retomar o trabalho... Num outro exemplo, um professor ouve aquele aluno que não prestou atenção na aula - e que, portanto, não fez o trabalho - tentando explicar qual era sua idéia, que estava todinha na sua cabeça: "... sabe, umas letras (lettering) retas (sem serifas), gordas (em negrito) e deitadas (itálico), num azul-turquesa (ciano), em um tamanho nem muito grande, nem muito pequeno (corpo x), bem distribuídas (diagramadas), blá, blá, blá...


Imagine ter que pedir um orçamento nessas condições, e por telefone! - sendo que as confusões só tendem a aumentar quando comparamos terminologias utilizadas nos diversos estados brasileiros. Se em São Paulo a expressão usada para impressão é "tira e retira", no Sul do país ela se transforma em "senta e levanta". Isso para não mencionar algumas diferenças entre países: a palavra layout, que julgávamos originearia dos Estados Unidos, não é usada pelos norte-americanos com a mesma finalidade. Lá, o modelo levado ao cliente para a aprovação denomina-se comprehensive, ou simplesmente comp. Enfim, se todos falássemos a mesma "língua", tudo fluiria muito mais facilmente. MAs, de fato, a tendência é essa: homogeneizar a linguagem em todas as áreas. A própria internet requer, a cada dia, uma linguagem mais universal.

A maior prova da importância dos jargões e da linguagem específica encontra-se sem dúvida na prática profissional. Um grande designer e mestre certo dia alertou:  "Em uma reunião com um cliente, adiante-se e seja você a raposa, pois alguém terá que ser a ovelha". "Adiantar-se", no que diz respeito ao atendimento designer-cliente, significa munir-se de conceitos e argumentos para não ser pego de surpresa. Tudo em design tem um porquê, e muitas vezes, por produzirmos também guiados pelo instinto, não formatamos o trabalho no campo verbal. Isso pode revelar-se um erro fatal, e a raposa decerto irá nos abocanhar! Às vezes um ensaio prévio pode ajudar, e o cliente vai render-se aos encantos de uma linguagem nova, talvez até desconhecida para ele. Nesse caso, você merecerá, no mínimo, seu respeito. E sairá vitorioso da reunião, porque "pegar" o trabalho nem sempre é o mais importante.


O designer tem o vício de se esquivar do texto, argumentando que não é bom nisso, nem nunca foi... Preparar um orçamento, uma proposta, o que dizer de um contrato, requer esforço. É  através desse material que, muitas vezes, nossos clientes aprendem conosco. Aprendendo, eles começam aos poucos a falar a nossa língua e a respeitar a nossa formação.. Foi-se o tempo em que ir "vestido" de artista era negócio, e o cliente admirava o designer por personificar alguém que ele nunca foi: inspirado e criativo, diferente, irreverente até. Hoje, dificilmente entramos em uma empresa sem um bom argumento verbal, uma apresentação, um diálogo por telefone. Ao que parece, a raposa pode nos pegar a qualquer momento, e em geral ela o faz pelo lado mais fraco. É preciso estar atento, informar-se, aprender, praticar, treinar, levar a sério a nossa responsabilidade nesse sentido.

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4P´s de Kotler X Mundo Digital
13/09/2009 22:40 por: Marcos Luís Lopes
Categoria: Branding

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Ultimamente tenho lido muito sobre o mundo digital.

Admito que esse assunto ainda seja um território novo para mim. Tenho muito o que errar em estratégias digitais.

Umas das minhas fontes de leitura é a revista Meio Digital, que agora virou PROXXIMA, e que traz nessa ultima edição uma reportagem bem bacana sobre as mudanças de conceitos entre o Sr. Philip Kotler e o cenário atual.

A reportagem tem muito blá blá blá, mas fala alguns trechos bem interessantes sobre essa "revolução" que os espaços digitais estão proporcionando.

Pensei em escrever um post sobre isso, mas encontrei um vídeo nesse tal de Youtube.
Imagens valem mais que mil palavras, não é?

Então aproveitem. E claro, leiam a revista.

Abraço.




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