Milton Glaser
23/09/2009 09:23 por: Adriano Snel
Categoria: Arte

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O fabuloso trabalho de Milton Glaser, designer gráfico e ilustrador americano. Mundialmente conhecido como autor dos célebres posters e impressos do I LOVE NEW YORK e muitos outros trabalhos, de artes para Bob Dylan e muitos outros.

Mais aqui: Milton Glaser




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Real not men of Genius
22/09/2009 00:48 por: Michel Carrard
Categoria: Criatividade

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Ideia é uma coisa assim: se é muito boa, bate e pega. E aí não tem jeito. Vira conversa no trabalho, vira bordão na boca do povo, vira diversão.É ideia dessas que todo criativo gosta de ter. E muitas delas, por mais que nasçam de um briefing dos mais completos, acontecem de forma, digamos, meio mágica.


Estou falando aqui de um nível de ideia que só acontece quando realmente se desenvolve um trabalho criativo dedicado, esforçado, pensado. Estudado, embasado mas também altamente inspirado.


O que estou querendo dizer é que quem chega nessas ideias que não ignora a importância da bronca que tem para resolver, que é fazer um produto de verdade vender mais. Não ignora (ignoram, porque isso é trabalho de mais de uma cabeça, que pensam melhor que uma), mas extrapola e vai muito além. Se perde e volta. E assim, acaba que se diverte. Só assim pra fazer os outros se divertirem também. E, como dizem, sorrisos abrem bolsos. Ou seja, não precisa ser nenhum verdadeiro genio pra fazer boa propaganda. O que funciona é saber que muitas vezes se resolve problemas sérios (ou algum cliente acha que é brincadeira o numero das vendas do seu produto?) sabendo não se levar a sério e brincar. Como disseram grandes mentes, cada uma da sua maneira, sanidade demais é que pode levar à loucura. Esse é o 1% de inspiração que, somado aos 99% de transpiração, trazem grandes ideias.

Pode parecer meio confuso esse raciocinio todo. Mas só isso explica que propagandas com as da Campanha Real Men Of Genius, da cerveja Bud Light em 2004 tenha feito tanto sucesso. Vejam o vídeo e se divirtam.São três da mesma campanha em sequência e aqui um extra, que é também um belo exemplo de midia espontânea: http://www.youtube.com/watch?v=H1oZz1FUma0










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O encanto pela maçã
20/09/2009 22:56 por: Wagner Vasconcelos
Categoria: Branding

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Não sei se a atração é uma herança de Adão e Eva, mas desde que adquiri meu primeiro computador da Apple posso dizer que jamais terei um PC. A praticidade, velocidade e beleza entregues em seus equipamentos são uma unanimidade entre os usuários. A sensação de custo-benefício é indiscutível.

Mas há quem diga que todo este desejo e satisfação que a Apple consegue ter com seus consumidores nada mais é do que resultado do "campo de distorção da realidade", criado por Steve Jobs (proprietário da empresa). O termo foi criado pelo Vice Presidente da empresa, Bud Tribble, para descrever a habilidade de Jobs em convencer as pessoas a acreditarem em qualquer coisa com uma mescla de charme, carisma, performance, exagero e marketing.

Há os que acreditam que isso seja a causa do sucesso da marca, mas eu, assim como milhares de fãs, acredito que isso não seria possível se os produtos realmente não fossem bons e entregassem tudo o que é prometido. Apesar de achar que esta técnica utilizada por Jobs seja excelente e com certeza funciona.

Postei um video do último evento da Apple, que apresenta lançamentos da empresa, onde mostra esta técnica sendo colocada em prática tanto por Jobs quanto por outros figurões da marca. Veja como a repetição de adjetivos e exegeros deixam praticamente qualquer platéia hipnotizada pelo que é apresentado.

Será que se utilizarmos mais esta técnica nas campanhas dos nossos clientes, teremos melhores resultados? Vale a tentativa.




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Referências, ao nosso redor
19/09/2009 11:10 por: Adriano Snel
Categoria: Criatividade

A base da boa, da ótima e da incrível propaganda (seja ela um simples anúncio, um spot de rádio, ou mesmo uma ação de guerrilha) é a referência. A BOA referência.

E a boa referência não é mais a própria propaganda. Embora muita gente ainda busque na própria indústria o referêncial estético e de idéia, essa autofagia não permite inovação, e muito menos gera buzz e recall, e sem isso a propaganda vira paisagem e não cumpre o seu papel.

Hoje a referência, gráfica, musical, tipográfica, está a nossa volta. Nos créditos iniciais de um filme, numa placa de feirante, nos padrões de um papel de parede ou calçada, numa fotografia, num lettering de um carro. Enfim, ela está aí, na rua, em casa, no shopping.

Com a internet fica muito mais fácil, óbvio. Hoje temos sites, os chamados Today Inspiration, como o
ffffound, grainedit, abduzeedo, wooster, entre centenas de milhares de outros. Encontramos de tudo nestes sites. Fachadas de lojas, fotos de bastidores, imagens de rua, arte contemporânea. E tudo isso, como diz o nome, é inspiração, é referência. E referência traz resultados.


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TUDO AO CONTRÁRIO.
18/09/2009 17:15 por: Daniele Paynes
Categoria: Negócios


Pessoal,


Hoje vi um texto do Pimp your Work tratando de um assunto importante, mas com um posicionamento bem-humorado - o que não quer dizer que não permita reflexão séria. O texto "How to make your team fall apart" explica o que o líder de projeto ou chefe deve fazer se quiser destruir sua equipe, como estou cursando Administração, e sou líder no na minha equipe achei o assunto muito pertinente, para auto-avaliação.


É mais um daqueles textos que você lê e precisa fazer tudo ao contrário, portanto não se engane! Se você lidera um projeto ou equipe, procure descobrir se está tendo algum dos comportamentos abaixo, extraídos do texto, e corrija-os!

 
Gerenciamento de projetos e pessoas: como liderar uma equipe, fazendo tudo ao contrário
Vamos às dicas ao contrário que constam no texto, e mais uma ou duas dicas extras. No final, o convite para que você acrescente suas próprias sugestões.


• Guarde tudo para si: Todo mundo quer roubar suas idéias. Não compartilhe nada. Se for fazer uma apresentação em grupo, diga aos seus companheiros de equipe que a sua parte será uma surpresa, ou que não ficou pronta a tempo de ser discutida com eles antes da apresentação definitiva.


• Não se dê ao trabalho de perguntar a seus colegas sobre as tarefas deles: afinal, eles estarão fazendo o mesmo que você, guardando tudo para si, e mantendo em segredo tudo o que fazem. Ademais, por que se preocupar? A continuidade e coordenação das atividades não é responsabilidade só sua...


• Se algum membro da equipe comunica que precisará de um determinado recurso, não a leve a sério. Se ele estiver *mesmo* precisando, vai atrás sozinho, ou vai brigar por ele.


• Certifique-se de que não haverá incentivos. Especialmente recompensas, presentes e encontros. Isto amolece o grupo.


• Não tome qualquer atitude: sempre existe chance de que seus colegas são os que estão de fato fazendo as contribuições que agregam valor. Concentre-se em brilhar mais do que eles, preparando apresentações no Powerpoint usando todas as palavras da moda.


• Não respeite a agenda alheia: Mostre que é você quem manda. Atrase o horário de início de várias reuniões, marque-as e adie-as com pouquíssima antecedência, e tome decisões cruciais em reuniões que não tenham sido agendadas previamente, e na ausência das pessoas realmente interessadas.


• Sempre considere que todos estão integralmente alocados ao projeto: aloque as pessoas aos cronogramas como se elas não estivessem envolvidas com nenhum outro projeto ou operação. Se você controla mais do que um cronograma, aloque as mesmas pessoas a todos eles, considerando a mesma premissa.


• Nunca esclareça totalmente os objetivos: definir os objetivos antes de ter o trabalho encerrado é dar aos inimigos uma oportunidade de avaliá-lo objetivamente, ou até mesmo de considerá-lo ineficaz! Além disso, expor o objetivo pode vir a dificultar na hora de decidir livremente os rumos dos projetos, ou de usá-los em prol de seus próprios objetivos pessoais ao longo de seu ciclo de vida.


Sua vez: que dica você daria a quem quer destruir a efetividade das equipes de trabalho que comanda?
 

UM ABRAÇO







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Se não os termos, como sabê-lo
17/09/2009 23:05 por: Luciano Brião
Categoria: Design

Para qualquer designer é sempre importante ter livros de referência, principalmente naqueles momentos onde praticamente nos achamos "sós" no mundo. Particularmente, sempre tenho à mão o "O valor do design", uma eterna fonte de consulta, visto que apresenta um conjunto de experiências profissionais  vividas por grandes nomes da área e que servem como lição a todos que lidam com as artes gráficas.
Hoje resolvi postar sobre a pertinência das referências e a importância de se saber ter argumentos na defesa de um trabalho. Este artigo de Lara Vollmer ilustra bem a situação. 


É comum o cliente não saber explicar a razão de não ter gostado de determinado projeto. E é comum também nós, designers, termos que vasculhar o subconsciente á procura de uma pista, da indicação de um novo caminho que nos possibilite retomar o trabalho... Num outro exemplo, um professor ouve aquele aluno que não prestou atenção na aula - e que, portanto, não fez o trabalho - tentando explicar qual era sua idéia, que estava todinha na sua cabeça: "... sabe, umas letras (lettering) retas (sem serifas), gordas (em negrito) e deitadas (itálico), num azul-turquesa (ciano), em um tamanho nem muito grande, nem muito pequeno (corpo x), bem distribuídas (diagramadas), blá, blá, blá...


Imagine ter que pedir um orçamento nessas condições, e por telefone! - sendo que as confusões só tendem a aumentar quando comparamos terminologias utilizadas nos diversos estados brasileiros. Se em São Paulo a expressão usada para impressão é "tira e retira", no Sul do país ela se transforma em "senta e levanta". Isso para não mencionar algumas diferenças entre países: a palavra layout, que julgávamos originearia dos Estados Unidos, não é usada pelos norte-americanos com a mesma finalidade. Lá, o modelo levado ao cliente para a aprovação denomina-se comprehensive, ou simplesmente comp. Enfim, se todos falássemos a mesma "língua", tudo fluiria muito mais facilmente. MAs, de fato, a tendência é essa: homogeneizar a linguagem em todas as áreas. A própria internet requer, a cada dia, uma linguagem mais universal.

A maior prova da importância dos jargões e da linguagem específica encontra-se sem dúvida na prática profissional. Um grande designer e mestre certo dia alertou:  "Em uma reunião com um cliente, adiante-se e seja você a raposa, pois alguém terá que ser a ovelha". "Adiantar-se", no que diz respeito ao atendimento designer-cliente, significa munir-se de conceitos e argumentos para não ser pego de surpresa. Tudo em design tem um porquê, e muitas vezes, por produzirmos também guiados pelo instinto, não formatamos o trabalho no campo verbal. Isso pode revelar-se um erro fatal, e a raposa decerto irá nos abocanhar! Às vezes um ensaio prévio pode ajudar, e o cliente vai render-se aos encantos de uma linguagem nova, talvez até desconhecida para ele. Nesse caso, você merecerá, no mínimo, seu respeito. E sairá vitorioso da reunião, porque "pegar" o trabalho nem sempre é o mais importante.


O designer tem o vício de se esquivar do texto, argumentando que não é bom nisso, nem nunca foi... Preparar um orçamento, uma proposta, o que dizer de um contrato, requer esforço. É  através desse material que, muitas vezes, nossos clientes aprendem conosco. Aprendendo, eles começam aos poucos a falar a nossa língua e a respeitar a nossa formação.. Foi-se o tempo em que ir "vestido" de artista era negócio, e o cliente admirava o designer por personificar alguém que ele nunca foi: inspirado e criativo, diferente, irreverente até. Hoje, dificilmente entramos em uma empresa sem um bom argumento verbal, uma apresentação, um diálogo por telefone. Ao que parece, a raposa pode nos pegar a qualquer momento, e em geral ela o faz pelo lado mais fraco. É preciso estar atento, informar-se, aprender, praticar, treinar, levar a sério a nossa responsabilidade nesse sentido.

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4P´s de Kotler X Mundo Digital
13/09/2009 22:40 por: Marcos Luís Lopes
Categoria: Branding

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Ultimamente tenho lido muito sobre o mundo digital.

Admito que esse assunto ainda seja um território novo para mim. Tenho muito o que errar em estratégias digitais.

Umas das minhas fontes de leitura é a revista Meio Digital, que agora virou PROXXIMA, e que traz nessa ultima edição uma reportagem bem bacana sobre as mudanças de conceitos entre o Sr. Philip Kotler e o cenário atual.

A reportagem tem muito blá blá blá, mas fala alguns trechos bem interessantes sobre essa "revolução" que os espaços digitais estão proporcionando.

Pensei em escrever um post sobre isso, mas encontrei um vídeo nesse tal de Youtube.
Imagens valem mais que mil palavras, não é?

Então aproveitem. E claro, leiam a revista.

Abraço.




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Qual será o limite?
13/09/2009 19:36 por: Wagner Vasconcelos
Categoria: TI

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Não me considero uma pessoa muita tecnológica e às vezes o impacto que a tecnologia tem no nosso dia-a-dia até me incomoda. Por exemplo, o telefone celular, que gera a necessidade de se estar 100% disponível, 24 horas por dia, não importa onde você esteja. Confesso que muitas vezes procuro me desapegar e até fugir deste aparelhinho, mas é praticamente impossível.

Em contrapartida, me encanta todas as vantagens que ganhamos com tudo isso. A pouco tempo fiz uso do GPS, ferramenta fantástica e extremamente funcional, e que hoje já está disponível no aparelho celular também. Da mesma forma poder acessar meu e-mail, a internet, fazer fotografia, videos, ouvir música, assistir televisão e tudo mais o que se pode fazer com o celular hoje em dia.

Ainda não tenho meu aparelho celular 3G, mas já não me vejo mais conseguindo trabalhar com maior eficiência sem um. Acho que hoje o preço que as operadoras estão cobrando para a utilização desta tecnologia ainda é muito caro, muito por ainda ser uma novidade, mas com certeza em breve estará mais acessível a todos. 

Agora, o que a chamada Realidade Aumentada, que já é assunto em pauta no meio da comunicação promete trazer realmente me assusta.
O video que postei é da NOKIA, e traz uma ideia de como este conceito será aplicado no futuro. Na verdade somos uma geração que está acompanhando de perto uma evolução absurda da tecnologia e nada mais nos surpreende, tudo parece possível, mas será que terá um limite?

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Procura-se redator.
13/09/2009 04:35 por: Michel Carrard
Categoria: Em Pauta



Graças a muito trabalho, estamos com um conjunto de clientes aqui na Wega pra lá de interessantes. Como é bom trabalhar em grupo quando se tem ao lado gente motivada, boa de se conviver, que cobra, mas sabe reconhecer acertos também. Estou falando dos nossos clientes. E estou falando da nossa equipe. Ou seja, depois de ralar bastante no ultimo ano e meio, estamos em um momento muito legal. Contas, ok. Clientes com perfil que combina com o nosso, ok. Equipe redonda e coesa, ok. Isso facilita pra tudo. Pra organizar a casa, pros trabalhos ganharem toda a dedicação que merecem e mais uma sadia dose extra de energia, pra se divertir trabalhando.

É nesse clima agradável que busco fervorosamente um redator pra fechar a nossa dupla Junior. Agora, sem qualquer disfarce, sem fingir que eu não estou escrevendo pra propagandear a vaga, me dirijo a possíveis interessados em estágio de redação. Gurizada, bora cá. O Vinicius, nosso estagiário de direção de arte em forma de diretor de arte Junior tá dê-lhe a fazer trabalhos bacanas. Já fez peça pra renovar totalmente o portifólio todo nesses 4 ou 5 meses de casa. E tá muito pilhado, como o redator que entrar aqui tem que estar. E isso - a vontade de se dedicar pra fazer um trabalho realmente bem feito - é a única exigência que eu faço. Se tiver experiência anterior em redação, um que seja, vai ser um grande facilitador, não vou mentir. Mas as portas estão abertas aos marinheiros de primeira viagem. Talvez eu não vá oferecer tudo que estes gostariam. Mas vou oferecer o que eles deveriam gostar: de oportunidade de fazer trabalho legal, de aprender bastante e de crescer.

Queremos mais é que as pessoas cresçam aqui e não saiam. Mas vale dizer que os que passaram por aqui foram para grandes agencias aqui do RS. Não cabe citar nomes, mas estou falando de lugares nota dez em propaganda. E sobre aprendizado... isso eu garanto que acontece. A evolução do Vini é prova disso. E eu, desde quando era estagiário, fui prova viva de que o nosso mercado tem muita dificuldade pra conseguir ensinar estagiários. Por falta de tempo principalmente. Tanto é que temos hoje alguns cursos que ensinam criação. Essa é a realidade. Bom, aos que estão fazendo estes cursos, convido pra vir colocar em prática aqui, com clientes de verdade, aprendendo e com na "hora do vamo ver".

Enfim, se eu consegui trazer alguém até aqui, seja desde o tuitada que eu vou dar pra divulgar esse post ou não, convido pra trocar uma ideia comigo por email. E pra já começar a conversa por aqui, quero falar do livro que eu to lendo. Pra quem escreve, é excelente. Na verdade, é um empréstimo de um amigo redator. Vale pra quem escreve a trabalho ou mais do que isso. Chama-se "A Louca da Casa" e fala muito sobre o habito de escrever. E trata muito bem sobre o assunto, em detalhes. L eia. Por fim, pra motivar o redator aí, um link que fala um pouco do Bill Bernbach - o maior publicitário de todos os tempos era redator: http://www.brainstorm9.com.br/2004/10/19/o-maior-publici/


PS: já vou entregando umas boas que vem pela frente: em breve na pauta, campanha pra Big Festa, uma loja enorme de brinquedos, campanhas de fm de ano pra Fruki, campanha pra Previsul Seguros...vão sair coisas boas. Dica: faça parte delas.



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E a mídia alternativa?
11/09/2009 19:04 por: Vinícius Fontoura
Categoria: Arte


Mas afinal, pra quê fazer uma custosa, com pouca área física de atuação, invasiva e de difícil produção - porém muito criativa - ação de mídia alternativa?

Exatamente, a pergunta persiste na ponta da língua dos anunciantes e de muitas das suas agências. E lá vai uma resposta, e um alívio para todos que acreditam no poder da criatividade. Sim, ações "no media" dão mais que somente retorno a uma marca, elas trazem visibilidade, cobertura midiática, pulverização através da web, boas experiências relacionadas ao produto/serviço, e podem ser tanto usadas como uma ferramenta de comunicação dirigida, quanto uma poderosa arma de "mass media".

Para ilustrar essa crença no poder dessa ferramenta - já usada por marcas grandes como Oi, Coca Cola, Harley Davidson, Claro, Nike, Addidas, etc. - estou trazendo dois exemplos. Ambos seguem a mesma linha de raciocíneo, surpriender sempre, porém atingindo objetivos completamente contrários. 

O gigantesco painel da Addidas está ilustrando um forte apelo através de uma propaganda de massa, a intenção é pura e simplesmente reforçar o valor da "major", mostrar o poder que ela tem e o tamanho que ela possúi. O grande feito dessa peça foi ter caido na web e, a partir dela, ter conquistado alcance global, isso simplesmente por que uma máxima da natureza humana não falha: COISAS DIVERTIDAS, INUSITADAS E INTERESSANTES SÃO REPASSADAS; todos querem ser aquele amigo que manda as coisas mais incríveis que ele catou na internete.

Link para o vídeo ao qual me refiro abaixo (vê que esse é bem bom):
http://www.youtube.com/watch?v=9yyP8IPZ-7s


O vídeo da ação desenvolvida pela agência portuguesa serve de exemplo para todos que pretendem fazer uma ação de comunicação dirigida, nada além de provar para o seus consumidores que você tem para oferecer exatamente, nada a menos e algo a mais, aquilo que eles precisam. A ação dos portugas tem como principal objetivo comprovar a eficacia do seu poder4 criativo, e é exclusivamente isso que eles apresentam de argumento no resultado de sua ação. Além de terem abocanhado alguns prêmios pela iniciativa, também fizeram seu vídeo girar peas agêncais mundo afora - chegando, inclusive, as minhas mãos enviado por um amigo de outra agencia.

É isso aí, sim, e nada mais. PRÓXIMO CAPÍTULO: TUDO PODE SER PLATAFORMA PARA MÍDIA ALTERNATIVA?  


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13/09/2009
Marcos Luis disse
Putz, eu ja tinha visto esse video. Fantástico! Mostra que mesmo sem ter realmente um cliente, você consegue fazer algo criativo. É meu diretor de arte, a criativade só depende de cada um de nós. Nao depende de cliente, mercado e muito menos verba! Bom post!
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